Karine Fernandes- Base do theme. RibbonsN'Rainbows (Nina) - Adaptação e customização Blog Skins - Inspiração e código base. Madly Luv (Ana Flávia) - paginação, menu, tags dos posts, e inspiração. Shewaslo (Lola) - Sombra nas caixas. Drikoti - Favicon e alguns scripts. Adobe Photoshop CS5- Criação e edição de imagens
Libriana que vira e mexe faz brownies. Só dorme e acorda cedo. Se apaixona fácil, muda de idéia mais fácil ainda. Tem mais vestidos floridos do que calças jeans . Possui memória fotográfica e coleciona boas lembranças. Não troca a melhor amiga por nada neste mundo. É adepta do 'faça-você-mesmo' só que sempre se decepciona com o resultado final. Simplesmente ama quem responde mensagens de texto instantaneamente. Não sobrevive a um dia sequer de dieta. Está desde o maternal com as tarefas de casa em atraso. Quer cursar direito.
acucar-ou-adocante:
sinto saudade de ti. Sei que você está relutando, mas lhe peço: leia esta carta antes de amassá-la. Faz um ano desde aquela visita ao seu apartamento. Era o início do verão e já estava abafado o suficiente na cidade. Eu usava um vestido branco de linha e você uma camiseta leve e bermudas escuras e o velho violão estava jogado no sofá. Passamos a manhã sorrindo, bobos, trocando carícias, declamando poesia, dançando no carpete. A felicidade era nossa companheira, não era? Até que tudo desandou. O telefone tocou às 16h daquele dia. Do outro lado da linha, um senhor falava calmamente… Eu já previa. A notícia da partida veio como lâmina cortante e levou com ela o chão firme onde costumávamos passear. Pude sentir a tristeza em suas mãos enquanto afagava meus cabelos. Senti tristeza em nós. Mentes cansadas, corpos suados e corações apertados. Quem diria que aquele era o anúncio do nosso fim? O táxi já esperava lá fora, às 21h. A fechadura da sua porta fez o barulho de sempre e o elevador chegou ao décimo andar. Abraçados e calados, descemos até a portaria e, acompanhados da consoladora esperança, dissemos um singelo “até breve”. Erramos. O breve nunca chegou. O nós nunca voltou. Só restou o amor. Faz um ano. Ainda me recordo de ti. Imploro-lhe para que não me entenda erroneamente. Esta carta é apenas um “sinto sua falta” fantasiado de “olá”. Ou o contrário, que seja. A única coisa que lhe peço é que não se esqueça: eu ainda espero. Espero o reencontro, o abraço que faltou, o beijo que não demos, o carinho que deixamos pra depois. O adeus que nunca veio. Espero… Cuida-te, querido, porque estarei esperando por isso também. Eternamente sua, Sophia.
sinto saudade de ti.
Sei que você está relutando, mas lhe peço: leia esta carta antes de amassá-la.
Faz um ano desde aquela visita ao seu apartamento. Era o início do verão e já estava abafado o suficiente na cidade. Eu usava um vestido branco de linha e você uma camiseta leve e bermudas escuras e o velho violão estava jogado no sofá. Passamos a manhã sorrindo, bobos, trocando carícias, declamando poesia, dançando no carpete. A felicidade era nossa companheira, não era? Até que tudo desandou.
O telefone tocou às 16h daquele dia. Do outro lado da linha, um senhor falava calmamente… Eu já previa. A notícia da partida veio como lâmina cortante e levou com ela o chão firme onde costumávamos passear. Pude sentir a tristeza em suas mãos enquanto afagava meus cabelos. Senti tristeza em nós.
Mentes cansadas, corpos suados e corações apertados. Quem diria que aquele era o anúncio do nosso fim? O táxi já esperava lá fora, às 21h. A fechadura da sua porta fez o barulho de sempre e o elevador chegou ao décimo andar. Abraçados e calados, descemos até a portaria e, acompanhados da consoladora esperança, dissemos um singelo “até breve”. Erramos.
O breve nunca chegou. O nós nunca voltou. Só restou o amor.
Faz um ano. Ainda me recordo de ti.
Imploro-lhe para que não me entenda erroneamente. Esta carta é apenas um “sinto sua falta” fantasiado de “olá”. Ou o contrário, que seja. A única coisa que lhe peço é que não se esqueça: eu ainda espero. Espero o reencontro, o abraço que faltou, o beijo que não demos, o carinho que deixamos pra depois. O adeus que nunca veio.
Espero…
Cuida-te, querido, porque estarei esperando por isso também.
Eternamente sua,
Sophia.